Idealizado por Luiz Gayotto, o projeto Catarse é uma síntese anual do que melhor acontece no música de São Paulo. Em sua estréia, o trio TrezAzez impressionou pela técnica e pela qualidade dos arranjos que fizeram para músicos do grupo inglês Iron Maiden. Abaixo “Two Minutes to Midnight”
Nesta quinta, 25 de abril, Andreia gravou duas músicas de Paulinho da Viola no programa em sua homenagem na TV Cultura. O programa “Mosaicos” foi idealizado pelo lendário Fernando Faro, também apresentador do programa “Ensaio”. Andreia interpretou “Novos Rumos” e “Cadê a razão?”.
Um tempo atrás eu participei de um projeto da produtora Laborg, de vídeo. O conceito deles é muito legal… eles fazem uns videos bem loucos, sem usar processo digital, usando agua, tinta, oleos, aquarios… muito louco. Nesse projeto que eu participei, eles fizeram vários vídeos e convidaram músicos pra musica-los como quisessem, tipo uma Jam session multi-media. Eu musiquei dois, que tão aqui em baixo. Vale a pena ir no site deles pra ver os outros também!
A cantora e compositora termina o ciclo de shows do elogiado disco Vol. 1 no Auditório Ibirapuera nos dias 05 e 06 de junho. Além de apresentar suas maliciosas canções, Andreia receberá como convidados especiais as quatro bandas das quais participa: Banda Glória, DonaZica, Los Goiales e Astronautas do Amor, além de outras surpresas.
ANDREIA BANDAS TODOS OS DIAS
Nos dias 5 e 6 de junho, Andreia Dias toca no Auditório Ibirapuera e recebe na sexta as bandas Glória e DonaZica e no sábado, Astronautas do Amor e Los Goiales.
Acompanhada por Guilherme Kastrup (bateria), Luque Barros (baixo), Estevan Sinkovitz (guitarra) e Ricardo Prado (guitarra), ela apresentará músicas do seu disco Vol. 1 (download gratuito e pago aqui) e algumas inéditas do trabalho Vol. 2, que será gravado em julho e lançado no segundo semestre de 2009. Conhecida pelas letras sarcásticas, ela traz ao público uma mistura de samba com rock ‘n roll.
Andréia é versátil; canta sambas e marchinhas na Banda Glória, é uma das fundadoras da DonaZica e compõe compulsivamente. Fez parte do início do Farofa Carioca e finalmente lançou seu primeiro disco solo em 2008. Já tocou na Europa e nas principais capitais do Brasil, gravou uma faixa no disco do Tom Zé, dividiu o palco com Arnaldo Antunes, Zélia Duncan e Luiz Melodia. Expressa seu lado brega cantando com os Astronautas do Amor e assume o alter-ego de Paula Tejano com os escrachados e desbocados Los Goiales.
Serviço:
Andreia Dias e convidados Data: sexta, 05 de junho (com Banda Glória e DonaZica)
e 06 de junho de 2009 (com Los Goiales e Astronautas do Amor) Horários: sexta e sábado, às 21h Duração: 90 minutos (aproximadamente) Ingresso: R$ 30,00 e R$ 15,00 (meia-entrada) Classificação Indicativa: Livre
AUDITÓRIO IBIRAPUERA Capacidade: 800 lugares
Abertura da casa: 19h00
Abertura da platéia: 20h00
Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº – Portão 2 do Parque do Ibirapuera.
Informações: info@iai.org.br Informações: 3629-1014 – Marina/ 3629-1075 – Sarah
Site: www.auditorioibirapuera.com.br
Ingressos na bilheteria do Auditório ou pelo site www.ticketmaster.com.brou 11 2846-6000.�
Formas de Pagamento: Visa, Amex e Mastercard, todos os cartões de débito e dinheiro. Não aceita-se cheques.
Oi Pessoal! Agora eu estou escrevendo do trem Rotterdam-Paris. To voltando pra casa depois de 4 dias incríveis! Conheci muita gente legal, revi vários amigos e fiz shows em várias formações diferentes. É daquelas tournées que você volta satisfeito e de barriga cheia!
Na sexta eu toquei na Itália com a “Orquestra do Fubá”, o show foi legal mas o mais legal foi rever o Vittorio, nosso agente italiano, que é super gente fina. Sempre é legal ir pra Itália: a gente come bem, bate papo nas viagens de carro dentro do país (que nem sempre são curtas) e toca, claro, o que é sempre bom.
No dia seguinte, peguei o vôo pra Rotterdam, Holanda. Chegando lá fui recebido pelo Ole, programador do Dunya festival e pelo Remko Landmeter, flautista holandês que toca super bem música brasileira . Fomos direto ensaiar…
Rotterdam é uma cidade incrível. É uma mistura louca do moderno com o antigo, por que ela foi bem destruída na segunda guerra e os Holandeses resolveram reconstruir moderna. Lá também tem a única faculdade de World Music que eu conheço. Os alunos tem aula de Tango, Flamenco, Musica Latino-americana… Foi lá que a gente ensaiou. Eu e o Remko. Preparamos uma vesão do “um a zero” pra flauta e violino, pra tocar na abertura do Dunya Festival, que foi no dia seguinte. Do ensaio ainda fomos pra um bar brasileiro e rolou uma canjinha e tudo.
Dunya Festival
O Dunya é um festival incrível. Com vários palcos, uma programação super boa, num parque animal. Nesse dia eu toquei 3 vezes (fora uma canjinha com o Spok Frevo). Abri o dia com o duo com o Remko, depois, as 2 horas, fiz o show do meu quarteto que foi bem legal, o pessoal tocou super bem e teve uma participação, especial do Remko. Depois assisti o show do Hamilton e Suzano, emendei assistindo o show da Spok Frevo da coxia e finalizei o dia tocando com o Fubá!! Maratona musical non stop das 11 da manhã às 10 da noite! Dia seguinte, no café da manha, ainda ficamos batendo papo com o Spok e a galera. Os caras são muito gente fina, além, claro de tocarem cada vez mais incrivelmente… Realmente um super trabalho. Depois do café, veio o motorista do último festival da tourné, me pegar pra mais uma viagem…
Music Meeting, em Nijmegen (e meu primeiro show solo, solo mesmo)
O Music Meeting, um amigo meu jornalista belga o Benjamin me falou, é um dos festivais mais legais da Holanda-Belgica. O público vai lá pra escutar, mesmo. A programação é bem selecionada, o Back-stage é todo comun, então cê encontra mesmo, os outros músicos… Não é a toa que se chama Music Meeting, né? Olha quem tava lá: O Hamilton de Holanda, o Suzano, o Jovino de Santos Neto, Diego Figueiredo, Rodolfo Streuter, Noah Streuter, Toninho Ferraguti, Ricardo Mosca, Rodrigo Bottermaio e eu devo tar esquecendo alguém ainda… Foi a maior festa. O Wim (o programador) me pediu pra preparar um show solo de 25 min. Eu nunca tinha feito, mas achei legal o desafio. O show era num espaço super bonito, num jardim onde eles montaram uma tenda e rolava um brunch. No começo eu fiquei com medo do barulho, mas o público realmente tava lá pra ouvir. Eu tinha preparado uns números de violino solo, uns com um pedal de loop e outros com violinos pré gravados no computador. Achava que tava legal, mas não sabia o que ia dar, né. Mas quando eu vi os olhos da platéia começarem a brilhar, relaxei. Foi super legal. Acabei tocando 50 minutos e vendi bastante CDs no final. Agora me empolguei em montar um show inteiro assim. Vamos ver no que dá.
Depois disso, fui fazer um programa de rádio, que era gravado lá mesmo. Ele já tá em streamming no site do festival. No final da tarde toquei no Encontro Brasileiro, comandado pelo Jovino. Foi improvisado mas foi divertido. Depois ficamos tomando uma cerveja e botando o papo em dia, com o pessoal todo.
Hoje meu trem de Rotterdam à Paris era só de noite, então tive um Day-off, que eu usei pra dar uma visitada em Rotterdam, que não tinha dado tempo antes, pra ver direito. Ainda tive a sorte de encontrar uma jornalista, que tava no festival e fazer um tour com ela.
Bom, pessoal. Muita coisa, né?
To cansado agora, mas tomara que continue sempre assim, nessa canseira! 5 shows em 4 dias!
Valeu de novo pela visita! Sempre apareçam pelo site!
Rotterdam: uma mistura do antigo com o novo. Esse predinho marrom, à direita do bloquão cinza, dizem que é o primeiro arrana-céu do mundo. O céu era mais baixo na epoca...
Remko Landmeter. O simpático e super músico, flautista Holandês. Logo antes da participação no meu show.
Estacionamento de bicicletas, no lado da estação em Rotterdam.
Anthony Winzenrieth, Natalino Neto e Mathieu Gramoli, O RH quartet europeu.
Show do Hamilton e Suzano, no mesmo palco que foi o meu. Tavamos nós e o Spok frevo assistindo, mó onda.
Ricardo Herz has recently added the following shows.
June 1, 2009 - Nijmegen, Netherlands - Music Meeting Festival Address: Location Music Meeting 2009 Festival Park Brakkenstein, Driehuizerweg, 6525 PL, Nijmegen. - Map Time : 12:30 PM All Ages
Acabo de voltar de uma ida ao Brasil. Foi rápido mas intenso. Em cinco dias, fiz dois shows na Virada Cultural de São Paulo, uma gravação, uma palestra pro pessoal da Orquestra Tom Jobim, (dirigida pelo Roberto Sion) e ainda aproveitei pra ver shows, a família e amigos. Foi uma loucura…
A virada é um projeto da prefeitura de São Paulo. São 24 horas sem parar, de musica, dança, instalações, circo etc. Eu fiz um show numa escola da prefeitura, que foi bem legal, no sábado e um show ao ar livre, no domingo a tarde. O mais legal mesmo é ver São Paulo cheio de gente na rua com um clima descontraído na cabeça. Geralmente a gente ta correndo de lá pra cá, com medo de assalto e tal, mas na virada, a galera ta super feliz, vendo um monte de shows legais, conhecendo novos artistas e curtindo Sampa, que é uma super cidade. A gente pode não ter praia, mas a gente sabe curtir a noite.
Fora os meus shows, vi também os shows do Danilo Moraes e do Curumin, que foram super legais, no palco da Sta. Efigênia. Fazia tempo que eu não via o trabalho do Danilo que ta cada vez melhor. Pra quem não conhece, vale a pena conferir. Eu sempre gostei da voz e do violão dele. Agora esse show novo ta mais rock, bem legal. O Curumin eu nunca tinha visto live. Foi animal. Grooveira pura.
Os meus shows também foram legais. O quarteto ta ficando cada vez mais maduro. Tamos tocando bem a vontade. Curtindo, mesmo. Dessa vez, no show do teatro do Céu Butantã, eu aproveitei pra apresentar algumas musicas do cd pras crianças. Tinha algumas crianças por lá e foi bem interessante testar esse novo trabalho. O show do domingo foi no palco instrumental, do Centro da cidade. Era ao ar livre e eu achei melhor fazer um show sem as baladas. Foi um super clima. Muita gente diferente na platéia, que ia chegando e ficando. Uma super energia do plúblico. Foi super legal…
Agora eu voltei aqui pra Europa e já to com saudades… Mas logo mais vão rolar vários shows importantes por aqui também. Tenho que começar a compor bastante, também… Ano que vem quero gravar um disco novo, com o quarteto. Os últimos dois discos foram bem legais de fazer e eu gostei do resultado, mas to cansado dessa solidão no estúdio. Quero fazer um disco que represente bem o que eu faço no palco. Vamos ver no que dá!
Bom, pessoal, valeu por darem um pulo aqui no site, de novo!
Até a próxima!
Ricardo Herz