Roda de Choro
CHORO=CINEMA+MÚSICA
BRASILEIRINHO, o FILME
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RODA DE CHORO e CONVIDADOS
Para os amantes do choro e para os que querem conhecer melhor este gênero brasileiro que fascina há gerações, o Auditório preparou uma programação especial: uma jornada dupla em que o espectador assistirá ao documentário Brasileirinho, do diretor Mika Kaurismaki, e que mostra a alma e a vitalidade do choro, primeiro gênero musical urbano do Brasil, e seu papel no cotidiano social do Rio de Janeiro, seguido de uma espetacular Roda de Choro.
Na prática, o filme se torna realidade quando o Auditório vira palco de uma reunião com consagrados instrumentistas brasileiros. Nos dias 7, 8 e 9 de dezembro a Roda de Choro receberá um total de 7 convidados representando diversas gerações e regiões do Brasil: Carlos Malta, Gabriel Grossi, Danilo Brito, Marcio Marinho, Alessandro Penezzi, Ricardo Herz e Nicolas Krassik farão a alegria do público.
O filme Brasileirinho é o primeiro longa metragem a mostrar a nova e promissora geração de músicos brasileiros que está conquistando as salas de concerto e casas noturnas com uma inovadora roupagem do choro. Trafegando entre o tradicional e o moderno, este gênero musical vive hoje um verdadeiro renascimento, empolgando um público de todas as idades e classes sociais.
A Roda de Choro nasceu na Virada Cultural promovida pela Prefeitura de São Paulo em maio de 2007 e já está em sua terceira edição no Auditório Ibirapuera. Durante as apresentações, o públicolotou o Auditório para admirar uma fórmula simples: músicos extraordinários num ambiente aconchegante. Desta vez não será diferente: improvisos inimagináveis, solos incríveis e um show de virtuosismo.
Roda de Choro e Convidados
Roda de Choro:
Luizinho 7 cordas – violão 7 cordas
Leo Rodrigues - Pandeiro
Alexandre Ribeiro - Clarinete
Milton Mori – CavaquinhoConvidados:
Carlos Malta – flautas, pifes e sax
Gabriel Grossi – gaita
Danilo Brito – bandolim
Alessandro Penezzi – violão
Márcio Marinho – cavaquinho
Ricardo Herz – violino
Nicolas Krassik - violino
Organização:
Danilo Brito e Milton MoriProdução:
Scubidu Prods.
www.scubidu.com.br
contato@scubidu.com.br
Dias: 07, 08 e 09 de Dezembro de 2007
Horário: Sexta, 20h30 - Sábado, 20h30 - Domingo, 18h
Duração: 180 minutos (Aproximadamente)
Ingresso: R$ 30,00 e R$ 15,00 (meia-entrada)
Gênero: Chorinho
Classificação Indicativa: Livre
RODA DE CHORO
Milton Mori
Milton Mori é compositor, arranjador, cavaquinista e bandolinista. Também toca Violão 7 cordas, violão tenor e guitarrinha baiana. Acompanhou grandes nomes da MPB como Beth Carvalho, Emílio Santiago, Nelson Cavaquinho, Martinho da Vila, Paulinho da Viola, entre outros.
Fez arranjos para Alaíde Costa, Jair Rodrigues, Ná Ozzeti, Germano Mathias, Ceumar, Demônios da Garoa e o novo CD de Cristina Buarque de Holanda. Atualmente toca com a Banda Glória e apresenta-se com outros músicos.Luizinho 7 cordas
Aos 54 anos de idade, Luizinho 7 Cordas tem uma legião de fãs e é considerado por muitos, o melhor violonista de 7 cordas em atividade no Brasil. Recentemente vem incentivando grupos jovens que fazem um resgate da nossa música popular, dentre esses estão o Quinteto em Branco e Preto e o regional Naquele Tempo. Estes dois grupos acabaram de gravar seus primeiros cds, que receberam arranjos feitos por Luiz. Como professor dá aula para muitos alunos e é reverenciado como mestre, pois desenvolveu um método para ensinar o violão de 7 cordas. Já acompanhou grandes nomes da do choro e da MPB como Demônios da Garoa, Nelson Gonçalves, Silvio Caldas, Ângela Maria, Noite Ilustrada, Carlos Galhardo, Cartola, Martinho da Vila, Alcione, Clara Nunes, Beth Carvalho, Altemar Dutra, Altamiro Carrilho, Valdir Azevedo, Adoniran Barbosa, Jamelão, Nelson Sargento, entre outros.Leo Rodrigues – Pandeiro
O jovem percussionista iniciou seu contato com a música em 2001, na Escola Teatro Brincante. Lá conheceu o que viria ser o seu principal instrumento: o pandeiro. Estudou sapateado, percussão corporal e em 2003 entrou para o grupo Troupe Dahpé, como ator, sapateador e percussionista. Estudou na Fundação das Artes de São Caetano do Sul e integrou a Orquestra Popular Brasileira da FAAM. Em 2007 foi convidado a ministrar oficinas sobre pandeiro, em programa do Ministério da Cultura, nas cidades do Vale do Jequitinhonha/MG. Integra os quartetos Gato Preto e Bico de Lacre, além de acompanhar a cantora Dona Inah, ganhadora do prêmio TIM Revelação 2005. Já acompanhou grandes nomes do cenário musical brasileiro como Toninho Ferraguti, Alessandro Penezzi, Marcelo D2, Zé Barbeiro, Nilze carvalho, Proveta, Tom Zé, Toninho Carrasqueira, Ricardo Herz, Carlos Malta, o maestro Laércio de Freitas, e o bandolinista vencedor do Prêmio Visa de 2004, Danilo Brito. Teve como principal escola às “rodas de choro”, onde muitas vezes o único instrumento de percussão presente é o pandeiro, exigindo assim grande atenção, precisão e domínio do instrumento. Atualmente ministra aulas, workshops e oficinas, além de desenvolver um vasto e especifico estudo sobre o pandeiro e suas técnicas, dentro e fora da música brasileira.
Alexandre Ribeiro - Clarinete
Aos 26 anos, o clarinetista Alexandre Ribeiro já tem bagagem de sobra. Participou de concertos com a Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto no Festival de Inverno de Campos do Jordão e Festival de música Colonial de Juiz de Fora. Como instrumentista de música popular brasileira se apresentou ao lado de músicos como o violonista Luizinho 7 cordas, o grupo Isaias e Seus Chorões , Paulo Moura, Aldir Blanc , as cantoras Dona Inah , Consuelo de Paula, o cantor Luis Carlos da Vila e outros. Participou de gravações ao lado dos músicos Aleh Ferreira, Alessandro Penezzi, Zé Barbeiro, Paulo César Pinheiro e Banda Mantiqueira. Participa do núcleo musical do monólogo Soppa de Letra, em São Paulo, com o ator Pedro Paulo Rangel e direção musical de Roberto Gnatalli. Também é integrante dos grupos de música instrumental brasileira Bico de Lacre, trio Chorando a tempo e grupo Ó do borogodó.CONVIDADOS
CARLOS MALTA – flautas, pifes e sax
Um dos mais respeitados músicos brasileiros maestro, compositor, arranjador, band-líder, educador e multiinstrumentista, Carlos Malta é o Escultor do Vento, como é conhecido no meio musical. Um virtuose em todos os saxofones e todas as flautas, além dos instrumentos como o “pife”, o mais brasileiro dos instrumentos de sopro, o “shakuhachi” do Japão e a “di-zi”, flauta de origem chinesa. Além das gravações com grandes nomes da MPB como Gilberto Gil, Lenine e Edu Lobo, atualmente Carlos Malta atua em vários contextos utilizando grupos com diferentes formações instrumentais. Com o Pife Muderno faz uma leitura contemporânea, onde zabumba e pandeiros harmonizam para criações e performances cheias de energia e virtuosismo. A obra de Pixinguinha alcança vôos clássicos nos arranjos de Malta para sopros e cordas em “Pixinguinha Alma e Corpo”. Coreto Urbano é uma banda que mistura instrumentos como tuba, bombardino, trombones, trompete, flautim, percussão, clarinete e saxofone, num cenário musical brasileiríssimo.
GABRIEL GROSSI - gaita
Gabriel Grossi, jovem gaitista brasiliense radicado no Rio de Janeiro, é um dos representantes de uma geração de músicos que tem causado grande impacto na cena musical brasileira. Aliando um extraordinário vigor e virtuosismo a uma sensibilidade muito própria, Gabriel transita pelos limites da gaita cromática explorando diversos gêneros que compõem a riqueza da música brasileira. Desenvolve uma linguagem de improvisação que busca caminhos expressivos e muitas vezes inusitados. Tem realizado shows e gravações no Brasil e no exterior ao lado de grandes nomes da música brasileira como: Chico Buarque, Ivan Lins, Leila Pinheiro, João Donato, Guinga, Lenine, Djavan, Dominguinhos, Maria Bethânia, Ney Matogrosso entre outros, além de Hermeto Pascoal, uma de suas grandes influências.
Lançou os CDs "Diz que fui por aí" (Deliramúsica) e também gravou Brasilianos, com o bandolinista Hamilton de Holanda.“Fiquei muito impressionado com Gabriel Grossi, é um gaitista que toca com enorme facilidade, um músico de grande explosão. Também fiquei admirado com suas composições e seu domínio da linguagem brasileira."
Toots Thielemans
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DANILO BRITO – bandolim
Danilo Brito tem 22 anos e, diz-se que, aos três anos alcançou o bandolim do pai na cadeira e tocou as cordas alternadamente. Aos cinco anos, surpreendeu quando tocou um trecho de “Delicado” de Waldir Azevedo, sem que ninguém houvesse lhe ensinado. Em 2004 Danilo foi o grande vencedor do 7° Prêmio VISA - edição instrumental e, como conseqüência, gravou seu segundo CD, Perambulando, onde toca ao lado de músicos renomados como Altamiro Carrilho, Toninho Ferragutti, Proveta etc. Danilo Brito vem se aprofundando em suas pesquisas da música e da cultura musical brasileira, aprimorando sua arte e sua técnica. Gosta de conversar longamente com os artistas e com as pessoas que viveram a chamada “época de ouro” da música instrumental brasileira, escuta a todos atentamente e muitas vezes contribui com histórias que recolhe por aí.
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ALESSANDRO PENEZZI - violão
Violonista, compositor e arranjador. Forma com o bandolinista Aleh Ferreira e o cellista Júlio Ortiz o Trio Quintessência, que fez turnês pela Rússia, Estados Unidos e África. Já se apresentou ao lado de grandes instrumentistas como Yamandú Costa, Carlos Poyares, Toninho Ferragutti, Oswaldinho do Acordeon, Laércio de Freitas, Caíto Marcondes, Arismar do Espírito Santo, Maurício Carrilho, Rogério Caetano e Caio Marcio.
Lançou seu primeiro CD solo, Abismos de Rosas, em 2001. No mesmo ano foi semifinalista do 4º Prêmio Visa MPB (Edição Instrumental), com o Trio Quintessência, que lançou o CD A quintessência da música em 2002. Fez turnê pela Itália, em 2003, como solista. Lançou seu 2º CD solo Alessandro Penezzi em 2006, que contou com as participações especiais de Beth Carvalho, Yamandú Costa, Amélia Rabello, Oswaldinho da Cuíca, Quinteto em Branco e Preto, Arismar do Espírito Santo
Em 2005, ao lado do violonista Zé Barbeiro, fez parte da 2ª edição do Projeto Violões do Brasil, que reúne nomes como: Duo Assad, Guinga, Paulo Bellinati, Marco Pereira, entre outros.
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MÁRCIO MARINHO – cavaquinho
Marcio Marinho, iniciou seus estudos de cavaquinho aos 13 anos de idade em Brasília. Integrou diversos grupos de choro como Os Novos Chorões, Sorrindo à Toa, Sete na Linha e Trio Cai Dentro. Atualmente leciona cavaquinho na Escola de Choro Raphael Rabello e integra o principal grupo de choro de Brasília, o Choro Livre.Já se apresentou nos melhor palcos do Brasil e do exterior, em festivais em Dubai, na Argentina, no Peru e no Uruguai. No Clube do Choro de Brasília tocou lado de grandes nomes do choro e do samba como Carlos Malta, Dominguinhos, Oswaldinho do Acordeon, Reco do Bandolim, Armandinho, Paulo Moura, Hamilton de Holanda, Hermeto Pascoal, entre outros. Marcio se apresenta com freqüência em eventos nos Palácios da Alvorada, do Planalto e do Itamaraty.
RICARDO HERZ - violino
O violinista Ricardo Herz traz um repertório renovado cheio de swing, ritmo, cor e energia. São choros, sambas, canções, baiões e xotes. Músico de sólida formação, criou um estilo muito próprio onde soma todas as suas experiências desde a música erudita, jazz, MPB, forró.
Herz estudou na Berklee College of Music em Boston, EUA e no Centre des Musiques Didier Lockwood em Paris, França, onde atualmente dá aulas de música brasileira. Atualmente reside em Paris, onde também se apresenta com a Orquestra do Fubá, grupo dedicado ao forró, e com o grupo Tekere, onde 3 franceses e três brasileiros tocam ritmos com influências do jazz, de música brasileira e de música africana.
Ricardo Herz tem 2 CDs lançados: Violino Popular Brasileiro (Scubidu/2004), com direção artística de Hamilton de Holanda e Brasil em 3 por 4 (Scubidu/2004), com espetaculares interpretações de valsas consagradas da MPB.
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NICOLAS KRASSIK – violino
O violinista Nicolas Krassik, 37 anos, radicado no Brasil, descobriu a música brasileira em eventos realizados em Paris. Chegando ao Rio de Janeiro, em setembro de 2001, teve imediato contato com o Samba, o Choro, o Forró, no bairro da Lapa, tocando com grandes artistas brasileiros. Foi a sua forte e natural identificação com a cultura brasileira que fez com que Nicolas decidisse ficar no Brasil.
Formado em música erudita pelo Conservatoire National de Region d'Aubervilliers-la Courneuve, e em Jazz pelo C.I.M., Nicolas também gravou um CD com a Orquestra de Violino Jazz do violinista francês Didier Lockwood.Sua atuação no cenário musical carioca logo resultou em diversos convites para participações com a cantora Beth Carvalho, Velha Guarda da Portela, grupo Época de Ouro e nos últimos CDs de Marisa Monte. Nicolas já tocou com artistas consagrados como: Yamandú Costa, Beth Carvalho, João Bosco, Marisa Monte, Marco Pereira, Zé Carlos Bigorna, Hamilton de Holanda, Carlos Malta, Chico Chagas, Maria Teresa Madeira, Zé da Velha, Silvério Pontes, entre outros. Depois do sucesso do seu primeiro CD “Na Lapa”, Nicolas está lançando o segundo, CD chamado Caçuá, uma mistura de Choro, Samba e Baião.